O primeiro capítulo do livro, chamado de Radiodifusão: aspectos legais e índices do rádio na atualidade, trata de forma bastante aprofundada a legislação da radiofusão brasileira, envolvendo o Rádio e a TV.
Rachel apresenta o que é concedido à essas duas mídias pelo Ministério das Comunicações, englobando as rádios AM e FM, e as rádios comerciais, educativas e comunitárias. Neste capítulo, a autora quer que as leis que regem o setor se tornem conhecidas ao público, para que se possa fazer uma análise crítica do novo Marco Regulatório da Mídia, já que o mesmo carece de uma ampla discussão popular, já que todos esses meios de comunicação estão presentes a todo momento na vida de toda a população brasileira.
Mais a frente, busca-se expor dados do rádio atualmente, mostrando o veículo quanto aos termos de acessibilidade, mobilidade, e sobre o fator publicitário.
Com a utilização de várias pesquisas neste capítulo, descobre-se que apesar de praticamente não se fabricarem mais aparelhos de rádio, o futuro da mídia não está condenado, já que o celular está presente na vida de grande parte das pessoas com mais de 10 anos de idade, sendo que mais de 36% dos aparelhos tem equipado os receptores de áudio. Além disso, metade da população que tem estudo, escuta o rádio todos os dias, sendo no automóvel, em casa, em escritórios, e até mesmo na rua.
"em artigo produzido pelo IBOPE Mídia23 e publicado na revista Rádio e Negócios24, em novembro de 201025, foi possível verificar que das 65 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade das regiões metropolitanas e no interior do Sul e do Sudeste, 50 milhões ouvem rádio regulamente." (p. 27)
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