História do Rádio: das ondas hertzianas ao digital se trata do capítulo 3, e nele se traz a história da radiodifusão, destacando o rádio desde suas primeiras experiências, até como ele se comporta na atualidade. O capítulo mostra como a mídia representada nasceu sob bases educativas, passando pelos momentos com grandes produções artísticas, envolvendo programas de auditório com vários músicos e humoristas.
Durante a fase de implantação, que aconteceu entre 1919 a 1932, Rachel explora os primeiros anos de rádio dentro do Brasil, e como ela foi implantada.
Entre 1932 e 1940, aconteceu a fase da estruturação, onde as empresas radiofônicas lutavam para conseguir espaço, e como lidavam com os gastos, e dificuldades em se sustentar uma emissora, destacando as pequenas fatias de publicidade. O incentivo na década de 30 acaba popularizando o rádio, e foi em 1935 que foi assinado o decreto em que torna obrigatório transmissão diária do programa noticioso A Voz do Brasil, que na época se chamava Hora do Brasil.
Já nos anos que vão de 1940 a 1945, acontece o apogeu do rádio, chamado de era de ouro, caracterizado então por programas ecléticos, como os de auditório, as radionovelas, os de esporte e de jornalismo.
Apesar da boa fase, o rádio em entra em decadência entre os anos de 1955 e 1970, quando ocorre a implementação da televisão no Brasil. Apesar de nos anos iniciais, poucas pessoas possuirem televisores, o rádio acaba perdendo a maioria do seu elenco, e consequentemente, perdendo anúncios.
Acontece então a fase de reestruturação, na década de 1970, que ocorre durante o regime militar, onde havia muita censura em todos os meios de comunicação.
Já na década de 1980, acontece a fase de segmentação, onde rádios próprias para determinados públicos foram inauguradas, citando como exemplo a Rádio Mulher.
A partir da década de 1990, destaca-se então as rádios religiosas, e as comunitárias.
"O rádio, que já tinha sido o veículo mais popular de comunicação do país, perdeu espaço para a televisão, mas ganhou mobilidade, chegou às ondas de frequência modulada (FM), aos satélites e alçou voos ainda mais desafiadores com a entrada no mundo digital, ainda tímida no Brasil, e na internet, onde encontra novas bases para se reinventar e conquistar sua audiência, cujas particularidades são bastante distintas do ouvinte regular, uma vez que a interatividade leva a um nível de co-participação inédita na história do veículo, embora tal interação sempre tenha existido no rádio por meio de participações por cartas e telefonemas."

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